eu sumi porque meu notebook quebrou e eu não podia correr o risco de entrar pelo computador dos meus pais. Senti saudade de vocês, mas... simplesmente não podia, me desculpem.
E foi tanta saudade. Acho que só deus saberia quantificar o quanto esse ultimo mês foi terrível sem poder entrar aqui. Foi horrivel, me senti um lixo, sozinha, sem ninguém pra contar, pra me apoiar.
A verdade é que eu não consigo ficar realmente feliz há algum tempo já. Eu posso sim estar sorrindo e rindo, mas isso não significa que eu to feliz. Não estou feliz.
Não vou ficar.
Minha alegria está aqui, está na Ana.
E eu não consigo sem vocês. Não consigo, não consigo.
7.10.12
12.9.12
i'm so lonely but that's ok
continuo aqui.
só que mais gorda e feia.
não sinto vontade de fazer nada.
e acho que esse é o problema.
não sinto vontade de sorrir, de brincar, de continuar, de amar.
não sinto nada.
não é tristeza, é vazio, angústia.
ps: ainda leio o blog de vocês e desejo a maior força, estou comentando só quando tenho tempo, mas estou sempre lendo ok?
não desistam nunca borboletas!
6.9.12
Carta à Ana,
"Ninguém imagina o pavor que eu tenho da minha própria sombra. Nenhum fantasma me assusta, nenhum espírito me atormenta, mas que medo a minha sombra me provoca! Mal posso olhar para ela, roliça, pesada, disforme, desengonçada, deselegante, como eu. Responde amiga: por que não posso ser como o Peter Pan, que perdeu a sombra? Por que não posso ser transparente?
Não posso bobear, não posso maneirar na dieta, tenho que controlar cada caloria, cada gordurinha. Absolutamente tudo. Hoje eu entendo perfeitamente que a comida é minha inimiga. Inimiga, sim! De que mais eu poderia chamar? Ela nunca me põe pra cima, nunca me alivia e nunca me consola, feito você. Ela faz de tudo pra chamar minha atenção, pra desviar meus pensamentos de coisas boas. Mas eu garanto a você: ela não vai me derrubar, ah, mas não vai mesmo! Sempre que eu fraquejo, perco o controle, cometo qualquer abuso, logo dou um jeito de compensar.
Mas sabe de uma coisa, amiga? Tenho certeza de que o corpo se acostuma com tudo. Cada vez menos calorias, cada vez mais ginástica, uma pequena vitória a cada dia. Até que finalmente, tenho certeza, meu corpo vai aprender a não sentir falta da comida. No fundo, eu sei que a culpa é minha, mas também é desse mundo. É ele que me persegue, que me tortura, que me embrulha o estômago, que me faz vomitar. Se o mundo fosse outro, quem sabe eu não precisaria fugir das fotos, da sombra, dos espelhos...
Se o mundo fosse outro eu não teria que ouvir estas palavras de nojo: anoréxica!, bulímica! Eles não têm vergonha de lançar tanto desprezo sobre o meu corpo e minha alma?
Anorexia, bulimia. Se eles apenas conhecessem vocês duas como eu conheço, se conhecessem seus segredos, sua intimidade.
Não vomito, mas porque não consigo. Se o conseguisse, a Mia me acolheria sem pensar duas vezes.
Por enquanto, continuo com a você, Ana, minha amiga de sempre, companheira."
Não posso bobear, não posso maneirar na dieta, tenho que controlar cada caloria, cada gordurinha. Absolutamente tudo. Hoje eu entendo perfeitamente que a comida é minha inimiga. Inimiga, sim! De que mais eu poderia chamar? Ela nunca me põe pra cima, nunca me alivia e nunca me consola, feito você. Ela faz de tudo pra chamar minha atenção, pra desviar meus pensamentos de coisas boas. Mas eu garanto a você: ela não vai me derrubar, ah, mas não vai mesmo! Sempre que eu fraquejo, perco o controle, cometo qualquer abuso, logo dou um jeito de compensar.
Mas sabe de uma coisa, amiga? Tenho certeza de que o corpo se acostuma com tudo. Cada vez menos calorias, cada vez mais ginástica, uma pequena vitória a cada dia. Até que finalmente, tenho certeza, meu corpo vai aprender a não sentir falta da comida. No fundo, eu sei que a culpa é minha, mas também é desse mundo. É ele que me persegue, que me tortura, que me embrulha o estômago, que me faz vomitar. Se o mundo fosse outro, quem sabe eu não precisaria fugir das fotos, da sombra, dos espelhos...
Se o mundo fosse outro eu não teria que ouvir estas palavras de nojo: anoréxica!, bulímica! Eles não têm vergonha de lançar tanto desprezo sobre o meu corpo e minha alma?
Anorexia, bulimia. Se eles apenas conhecessem vocês duas como eu conheço, se conhecessem seus segredos, sua intimidade.
Não vomito, mas porque não consigo. Se o conseguisse, a Mia me acolheria sem pensar duas vezes.
Por enquanto, continuo com a você, Ana, minha amiga de sempre, companheira."
Não fui eu que escrevi, mas lembro que adaptei pra ter mais a ver comigo.
Algum jornalista/psicólogo deve ter escrito, só não lembro como foi parar no meu caderno HAUHSUHA
3.9.12
Eu só ia postar quando me pesasse, mas eu tava com saudade de escrever aqui bubu.
Acredito que estou me controlando bem, só estou comendo quando alguém me obriga ou desconfia de algo. Aliás, eu decidi que ia parar de comer carne. Legal né? Só espero conseguir, porque é realmente importante pra mim não ingerir mais carne de animal. Não só porque emagrece, mas porque... Poxa, tadinho do animal. Andei fazendo algumas pesquisas e uau! devia ter parado de comer carne há séculos atrás. É cruel, de verdade.
Passando pra um assunto menos macabro (dependendo do seu ponto de vista) eu meio que briguei com os poucos amigos que tenho hoje, e foi a discussão mais estúpida do mundo. Eu simplesmente não posso ter opinião, nem fazer o que quero. Fim.
É estranho como eu preciso da aprovação deles pra tudo, já disse antes e digo de novo: coisa de gente carente! Coisa minha. Não fazer nada demais e ainda se sentir culpada, pedir desculpa. Coisa de gente que tem medo de ficar sozinha. Coisa de gente boba. E tudo bem eu sou mesmo tudo isso.
Agora, se tem uma coisa que sei da vida, com absoluta certeza, além da morte e dos impostos, é que não importa o quanto você tente, não importa o quão boas são suas intenções, você cometerá erros.
Meu erro da vez? Deixar a página do blog aberta.
Não, ninguém viu. Mas o Rafa veio aqui hoje pegar o livro do pai dele e ia entrar em uma rede social qualquer pra fazer sei lá o quê, e antes que ele pudesse apertar no logo do chrome eu fechei o notebook feito uma louca, quase quebrei o braço de tão nervosa que fiquei. O pobrezinho ficou com medo de mim e a única coisa que consegui dizer foi "é coisa privada" e aí vem o pior, ele diz "desde quando você tem segredos comigo?" isso, acaba comigo mesmo!
Respondi que era uma foto antiga no face da minha mãe que ia convencê-la a apagar antes que alguém visse. Não sei se ele comprou essa, mas eu descobri que tenho muito, muito medo de que alguém descubra essa parte de mim. É estranho saber que nunca vou conseguir ser eu mesma (não por completo) perto de alguém que não saiba da Anna. É estranho mas irremediável.
Enfim.
Acho que só vou me pesar no fim da semana, pretendo tirar esse vício de ficar me pesando sempre, mais um pouco e a pobre da balança quebrava rs.
Certo, vou estudar e ver se faço alguns exercícios.
Beijos ♥ stay strong!
Acredito que estou me controlando bem, só estou comendo quando alguém me obriga ou desconfia de algo. Aliás, eu decidi que ia parar de comer carne. Legal né? Só espero conseguir, porque é realmente importante pra mim não ingerir mais carne de animal. Não só porque emagrece, mas porque... Poxa, tadinho do animal. Andei fazendo algumas pesquisas e uau! devia ter parado de comer carne há séculos atrás. É cruel, de verdade.
Passando pra um assunto menos macabro (dependendo do seu ponto de vista) eu meio que briguei com os poucos amigos que tenho hoje, e foi a discussão mais estúpida do mundo. Eu simplesmente não posso ter opinião, nem fazer o que quero. Fim.
É estranho como eu preciso da aprovação deles pra tudo, já disse antes e digo de novo: coisa de gente carente! Coisa minha. Não fazer nada demais e ainda se sentir culpada, pedir desculpa. Coisa de gente que tem medo de ficar sozinha. Coisa de gente boba. E tudo bem eu sou mesmo tudo isso.
Agora, se tem uma coisa que sei da vida, com absoluta certeza, além da morte e dos impostos, é que não importa o quanto você tente, não importa o quão boas são suas intenções, você cometerá erros.
Meu erro da vez? Deixar a página do blog aberta.
Não, ninguém viu. Mas o Rafa veio aqui hoje pegar o livro do pai dele e ia entrar em uma rede social qualquer pra fazer sei lá o quê, e antes que ele pudesse apertar no logo do chrome eu fechei o notebook feito uma louca, quase quebrei o braço de tão nervosa que fiquei. O pobrezinho ficou com medo de mim e a única coisa que consegui dizer foi "é coisa privada" e aí vem o pior, ele diz "desde quando você tem segredos comigo?" isso, acaba comigo mesmo!
Respondi que era uma foto antiga no face da minha mãe que ia convencê-la a apagar antes que alguém visse. Não sei se ele comprou essa, mas eu descobri que tenho muito, muito medo de que alguém descubra essa parte de mim. É estranho saber que nunca vou conseguir ser eu mesma (não por completo) perto de alguém que não saiba da Anna. É estranho mas irremediável.
Enfim.
Acho que só vou me pesar no fim da semana, pretendo tirar esse vício de ficar me pesando sempre, mais um pouco e a pobre da balança quebrava rs.
Certo, vou estudar e ver se faço alguns exercícios.
Beijos ♥ stay strong!
29.8.12
63,9kg
quase, quase, quase 64 kg.
Mas daqui em diante é só pra baixo.
Amanhã comento nos blogs de vocês lindas, tenho que fazer uma resenha crítica de um filme comparando-o ao conteúdo da matéria estudada. ecaaaaa
Bjonas.
pernas, pernas, por que te quero?
Mas daqui em diante é só pra baixo.
Amanhã comento nos blogs de vocês lindas, tenho que fazer uma resenha crítica de um filme comparando-o ao conteúdo da matéria estudada. ecaaaaa
Bjonas.
27.8.12
I'M BACK
in black
Oi?
Tem alguém aqui ainda?barulho de vento
Parece que não posto há anos né?
Primeiramente, quero agradecer pelos comentários ♥ Vocês são as coisas mais meigas, mais lindas, mais fofas (no sentido bonitinho da palavra, pfvr rs), mais especiais, mais incríveis desse mundo. Sem mais.
NÃO É UMA DIETA. NÃO É UMA FASE. É UMA MUDANÇA PERMANENTE DO ESTILO DE VIDA!
Oi?
Tem alguém aqui ainda?
Parece que não posto há anos né?
Primeiramente, quero agradecer pelos comentários ♥ Vocês são as coisas mais meigas, mais lindas, mais fofas (no sentido bonitinho da palavra, pfvr rs), mais especiais, mais incríveis desse mundo. Sem mais.
Então, pra resumo de ópera, estava um caco, comendo feito uma porca, chorando por qualquer besteirinha, brigando com deus e o mundo e com uma vergonha enorme de me olhar no espelho. Nem sequer me pesei porque estou com medo de estar com 70kg. Imagina só! Me mato. Credo, sai de mim... Mas, continuando, fora essa parte trágica da minha vida, aí vai uma lista do que eu fiz esse tempo em que estive 'fora': trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei, trabalhei e estudei, ah considerando que estudar faz parte do meu trabalho, trabalhei mais um pouquinho. Não sei se já comentei aqui, mas dou aula de inglês na fisk, não sou professora nem nada - nem acabei meu curso ainda - mas sou monitora e ensino pra crianças e pra alguns livros abaixo do meu. É interessante, porque parece uma enorme conquista, motivo de orgulho e de felicidade, mas não é. Nem mesmo no dia em que recebi a nota da prova fiquei feliz em saber que passei. Sei lá, foi só... normal, sabe? Acho que faz parte de mim, nunca me contentar com nada; pensar que tudo que vem de mim é pouco. Enfim, nada disso é relevante.
O que eu queria mesmo era férias de novo. Pensar que as coisas nem voltaram direito a sua rotina diária e eu já estou essa bagunça e confusão, me mostra o quanto eu realmente preciso de descanso. Mas não é só do trabalho não, claro que não. Do colégio também, aliás, gostaria de saber quem inventou a tal da feira cultural, porque, na boa, esse cara deve odiar muito a gente. Sério, é um tal de cartaz pra cá, gravações pra lá, peças e mais peças de teatro, banners, lembranças, avisos, reuniões... ufa! tudo isso, é claro, em três semanas! Ainda bem que já passou.
Ah férias, que saudades de ti. Queria ter tempo de ir no parquinho, regar aquelas plantas quase mortas e fazer um suco natural. Assistir desenho animado deus do céu, já nem sei o que é televisão, dirá desenho animado!, levar minha cachorra pra passear, lavar tapete e me molhar toda. Mas nãaaaao, tenho que levantar cedo, banhar, me vestir, estudar, ir pro curso, estudar mais um pouco, ensaiar, escrever, concentrar, passar 35 minutos do meu dia no transito, trabalhar, responder duvidas que não são minhas, correr pra casa, estudar ainda mais, tentar dormir, dormir umas 4 horas por dia porque só consegui pegar no sono 2 da manhã mesmo sem nem pingo de café no sangue, e enfim, começar tudo de novo. Cansa né, e a gorda aqui ainda arranja tempo pra se empanturrar, claro que arranja! Não mais gordinha feinha que há em mim, nunca mais. Emagrecer já faz parte dessa minha listinha rotineira, assim como exercícios. Afinal, se arranjava tempo pra comer, vou arranjar pra me exercitar também, certo? Certo.
Inclusive, decidi que se tenho que fazer tudo isso pra passar no vestibular, entrar numa faculdade ótima e ter aquela vida de princesa que todas sonhamos, que seja com um sorriso no rosto, e sem lágrimas.
Inclusive, decidi que se tenho que fazer tudo isso pra passar no vestibular, entrar numa faculdade ótima e ter aquela vida de princesa que todas sonhamos, que seja com um sorriso no rosto, e sem lágrimas.
Vou fazer o possível e o impossível, quem tá comigo?
20.8.12
Insegurança,
ou medo. Medo de não passar no vestibular. Medo de não saber o que está fazendo. Medo de desistir. Medo de não ter coragem. Medo de deixar pra lá. Medo do amanhã. Medo do agora. Medo do ontem. Medo de tudo aquilo que eu queria que fosse e não é. Medo de achar o que não procuro. Medo de olhar pro lado. Medo de aproveitar. Medo de engordar, principalmente. Medo de olhar no espelho. Medo de ficar sozinha. Medo de estar com os outros. Medo da vida. Medo da morte. Medo do amor. Medo de mim. Medo de desapontar. Medo de virar só mais uma estatística. Medo de me arrepender. Medo de atravessar a rua. Medo de perseguição. Medo da maturidade. Medo do 'maioridade'. Medo de tirar carteira. Medo de não me controlar. Medo de viver só por viver. Medo de ser sem perspectiva. Medo da compulsão. Medo que não dê tempo. Medo de ir e nunca mais voltar.
Eu sumi de novo, desculpa. Não sei porque, mas não consigo mais escrever. Antes era quase um exorcismo tirar essas coisas de dentro de mim, hoje em dia tá doloroso, quase não consigo mais respirar. Escrever virou recordar, e recordar é viver. Se já doeu na primeira vez, pra quê viver de novo? Coisa egoísta, mas totalmente verdade, não sei se é porque ando me sentindo fraca ao extremo e com pensamentos que tenho certeza que não me fazem bem, ou porque é apenas aqui que assumo meu medo e o meu olhar assustado.
Só aqui sou eu mesma, sem máscaras, sem sorrisos falsos, sem 'não, obrigada, já comi' sem nada disso. Só a verdade. E a verdade dói.
Tenho medo de estragar tudo, tenho medo de desapontar todo mundo. Isso aqui é tudo o que tenho. Não que seja pouco. É que pensar nessas coisas não é nada saudável, tudo isso brota da sua cabeça e não se sabe mais o que é verdade ou pura invenção, só que tá lá, martelando todos os dias na tua consciência, não te deixa esquecer. E é tudo uma bobagem, coisa de criança, mas não dá pra evitar de me sentir um lixo. Uma medrosa.
I need to be skinnier. Preciso, preciso mesmo. Mas mais do que isso, eu quero. Desejo. Anseio. Busco. E todos os outros verbos existentes na lingua portuguesa que expressem esse tipo sentimento. Os 64 kg não saem de mim, não sei o que faço. To cansada do psicologo. To com saudade de uma pessoa que não deveria. To me preocupando com problemas que nunca me imaginei nem pensando a respeito.
Quero acordar mais forte, mais anna. Será que consigo? Será?
Eu amo vocês, desculpa por tudo.
Eu sumi de novo, desculpa. Não sei porque, mas não consigo mais escrever. Antes era quase um exorcismo tirar essas coisas de dentro de mim, hoje em dia tá doloroso, quase não consigo mais respirar. Escrever virou recordar, e recordar é viver. Se já doeu na primeira vez, pra quê viver de novo? Coisa egoísta, mas totalmente verdade, não sei se é porque ando me sentindo fraca ao extremo e com pensamentos que tenho certeza que não me fazem bem, ou porque é apenas aqui que assumo meu medo e o meu olhar assustado.
Só aqui sou eu mesma, sem máscaras, sem sorrisos falsos, sem 'não, obrigada, já comi' sem nada disso. Só a verdade. E a verdade dói.
Tenho medo de estragar tudo, tenho medo de desapontar todo mundo. Isso aqui é tudo o que tenho. Não que seja pouco. É que pensar nessas coisas não é nada saudável, tudo isso brota da sua cabeça e não se sabe mais o que é verdade ou pura invenção, só que tá lá, martelando todos os dias na tua consciência, não te deixa esquecer. E é tudo uma bobagem, coisa de criança, mas não dá pra evitar de me sentir um lixo. Uma medrosa.
I need to be skinnier. Preciso, preciso mesmo. Mas mais do que isso, eu quero. Desejo. Anseio. Busco. E todos os outros verbos existentes na lingua portuguesa que expressem esse tipo sentimento. Os 64 kg não saem de mim, não sei o que faço. To cansada do psicologo. To com saudade de uma pessoa que não deveria. To me preocupando com problemas que nunca me imaginei nem pensando a respeito.
Quero acordar mais forte, mais anna. Será que consigo? Será?
Eu amo vocês, desculpa por tudo.
"Que todos me perdoem, mas escrever agora é recolher vestígios do impossível. Para encontrá-lo, e isso é tudo o que me importa, eu parto."
Caio me entente mais que eu mesma Fernando Abreu.
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